As duas notícias saíram no jornal
I de hoje:
Se o Estado português quiser
receber a próxima tranche de 2 mil milhões, terá que apresentar, até ao final
de abril, um plano de cortes de despesa de 5,6 mil milhões. Aos 4 mil milhões,
num período de forte contração económica, foram acrescentados mais qualquer
coisinha. Ainda vamos querer morar em Chipre.
Em decreto, assinado pelo
primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, e pelo ministro das Finanças, Vítor
Gaspar, o ‘ex-espião’ Jorge Silva Carvalho – sim, este mesmo, o ex-quadro da
Ongoing envolvido no caso das secretas,– recebeu de presente um posto de
trabalho na Presidência do Conselho de Ministros. Mais, como diz o texto ele
será integrado na carreira e categoria de
técnico superior, em posição remuneratória automaticamente criada de montante
pecuniário correspondente à remuneração base da carreira e categoria de origem,
e com efeitos reportados à data da cessação de funções.
Eu não percebo nada de Economia e
sou mesmo muito fraco em matemática, mas cá fica a minha modesta contribuição
para o tal corte de 5,6 mil milhões: NÃO CONTRATAR O SR. JORGE SILVA CARVALHO.
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