Analfabeto:
Indivíduo com 10 ou mais anos que não sabe ler nem escrever, i.e., incapaz de ler e compreender uma frase escrita ou de escrever uma frase completa. (Instituto Nacional de Estatística)
Analfabetismo funcional:
(…) “a incapacidade para dominar as competências e os meios necessários à inserção profissional, à vida social e familiar e à participação ativa na vida...
Indivíduo com 10 ou mais anos que não sabe ler nem escrever, i.e., incapaz de ler e compreender uma frase escrita ou de escrever uma frase completa. (Instituto Nacional de Estatística)
Analfabetismo funcional:
(…) “a incapacidade para dominar as competências e os meios necessários à inserção profissional, à vida social e familiar e à participação ativa na vida...
da sociedade e, isso, não obstante os saberes culturais herdados da tradição e da experiência”.
(UNESCO, Quarta Conferência Internacional da UNESCO sobre a Educação de Adultos - Recomendações, Lisboa, Ministério da educação e Cultura, Direcção-Geral da educação de Adultos, Pensar Educação Nº 14, 1986, p. 45)
Taxa de analfabetismo por local de residência:
Açores 1991: 9,98%
Açores 2001: 9,45%
Madeira 1991: 15,3%
Madeira 2001: 12,71%
Continente 1991: 10,93%
Continente 2001: 8,93%
Num período de dez anos, de 1991 a 2001, enquanto que no resto do país a taxa e analfabetismo diminuiu pelo menos 2 pontos percentuais, nos Açores a sua variação não foi significativa – meros 0,53. Embora não possamos dispor, nesse momento, da distribuição do número de analfabetos por faixa etária da população, não é descabido presumir que sendo significativo o número de pessoas jovens na população açoriana e a quase imutabilidade da taxa de analfabetismo numa década, o fenómeno de pessoas que não sabem ler e escrever é uma realidade que o atual sistema de ensino ainda não resolveu.
É certo que 9,45% de analfabetos pode parecer pouco, algo quase residual, mas se compararmos a nossa situação com os restantes países europeu ficamos com uma melhor noção do que esse número realmente significa:
Estados-Membros da UE e taxa de analfabetismo
Áustria (0,5%)
Bélgica (1%)
Bulgária (1,7%)
Chipre (2,3%)
República Checa (1%)
Dinamarca (1%)
Estónia (0,2%)
Finlândia (1%)
França (1%)
Alemanha (1%)
Grécia (2,9%)
Hungria (1,1%)
Irlanda (1%)
Itália (1,1%)
Letónia (0,2%)
Lituânia (1,3%)
Luxemburgo (1%)
Malta (7,6%)
Países Baixos (1%)
Polónia (0,7%)
Portugal (9,03)
Roménia (2,4%)
Eslováquia (1%)
Eslovénia (0,3%)
Espanha (2,1%)
Suécia (1%)
Reino Unido (1%)
Nesse item, portanto, estamos muito mais próximos do Brasil (13,6% de analfabetos) do que de qualquer Estado Membro da União Europeia.
(UNESCO, Quarta Conferência Internacional da UNESCO sobre a Educação de Adultos - Recomendações, Lisboa, Ministério da educação e Cultura, Direcção-Geral da educação de Adultos, Pensar Educação Nº 14, 1986, p. 45)
Taxa de analfabetismo por local de residência:
Açores 1991: 9,98%
Açores 2001: 9,45%
Madeira 1991: 15,3%
Madeira 2001: 12,71%
Continente 1991: 10,93%
Continente 2001: 8,93%
Num período de dez anos, de 1991 a 2001, enquanto que no resto do país a taxa e analfabetismo diminuiu pelo menos 2 pontos percentuais, nos Açores a sua variação não foi significativa – meros 0,53. Embora não possamos dispor, nesse momento, da distribuição do número de analfabetos por faixa etária da população, não é descabido presumir que sendo significativo o número de pessoas jovens na população açoriana e a quase imutabilidade da taxa de analfabetismo numa década, o fenómeno de pessoas que não sabem ler e escrever é uma realidade que o atual sistema de ensino ainda não resolveu.
É certo que 9,45% de analfabetos pode parecer pouco, algo quase residual, mas se compararmos a nossa situação com os restantes países europeu ficamos com uma melhor noção do que esse número realmente significa:
Estados-Membros da UE e taxa de analfabetismo
Áustria (0,5%)
Bélgica (1%)
Bulgária (1,7%)
Chipre (2,3%)
República Checa (1%)
Dinamarca (1%)
Estónia (0,2%)
Finlândia (1%)
França (1%)
Alemanha (1%)
Grécia (2,9%)
Hungria (1,1%)
Irlanda (1%)
Itália (1,1%)
Letónia (0,2%)
Lituânia (1,3%)
Luxemburgo (1%)
Malta (7,6%)
Países Baixos (1%)
Polónia (0,7%)
Portugal (9,03)
Roménia (2,4%)
Eslováquia (1%)
Eslovénia (0,3%)
Espanha (2,1%)
Suécia (1%)
Reino Unido (1%)
Nesse item, portanto, estamos muito mais próximos do Brasil (13,6% de analfabetos) do que de qualquer Estado Membro da União Europeia.
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