É preciso deixar a realidade estragar uma boa história
por Hugo Mendes, em 09.11.12
Era previsível que o argumento surgisse na discussão atual: o de que a entrega de serviços públicos essenciais ao setor privado é uma forma de baixar a despesa pública, e tornar o custo médio de alunos ou doentes mais baixo, baixando, dess forma, também os encargos das famílias. No seu artigo de hoje no “Público”, José Manuel Fernandes aplica o argumento à educação, e parte do princípio que é óbvio que o resultado de uma «mudança de paradigma [que a abertura da educação aos privados] possibilita» resulta numa «economia» para a despesa pública. Enuncia também os casos de sucesso do costume, dos «vários países nórdicos, da Holanda, do Reino Unido ou da Nova Zelândia» que permitiram «concorrência entre diferentes operadores, tanto públicos como privados ou cooperativos, dando mais liberdade de escolha às famílias».
Mais em http://jugular.blogs.sapo.pt/3387396.html
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